terça-feira, 24 de março de 2020

7 escritores que já usaram pseudônimos

Muitos escritores já publicaram ou publicam seus livros usando psudônimos, em alguns casos para esconder sua verdadeira identidade ou até com outras intenções. Hoje eu vim contar a respeito de alguns dele.


1. Fernando Pessoa




Ao longo de sua carreira teve mais de 70 pseudônimos e heterônimos, alguns tinham toda a história de sua vida desenvolvida, com biográfia, estilo de vida, data de nascimento, data de morte e tudo mais, já outros tinham apenas o nome. Os mais conhecidos foram Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro e Bernardo Soares.

2. Elena Ferrante





A escritora italiana ficou conhecida nos últimos anos por seus livros, os mais famoso são os da tetralogia napoliatana Amiga genial. Porém até hoje ninguém sabe quem é Elena Ferrante, pois sua identidade é mantida em segredo. Porém surgiram especulações de quem pode ser essa escritora. Alguns acreditam que pode ser Anita Raja, uma tradutora que publica livros pela mesma editora que Elena, há até quem acredite que na verdade ela pode ser um homem. Porém nada foi comprovado e ninguém sabe ainda quem é a autora ou o autor por trás desse nome.

3. Agatha Christie




Agatha é mundialmente conhecida por ser autora de mais de 80 romances policiais, tanto que ganhou a fama de Rainha do Crime. Porém tem muita gente que não sabe que ela já escreveu outros romances não policiais e para não atraplalhar a sua fama de Rainha do Crime, ela publicou esses livros sob o pseudônimo Mary Westmacott. Os livros foram: Entre dois amores (1930), Retrato inacabado (1934), Ausência na primavera (1944), O conflito (1948), Filha é filha (1948) e O fardo (1956).




4. Machado de Assis





Machado de Assis é conhecido por seus grandes livros, como Dom Casmurro (1899), Quincas Borba (1891), Memórias póstumas de Brás Cubas (1881) e outros, porém Machado também foi jornalista e cronista e em alguns de seus textos publicados nos jornas ele usava pseudônimos, pois queria ter liberdade para dar sua opnião sobre os fatos da época.  Alguns dos nomes usados por ele foram: Dr. Semana, Boas Noites, Bruxo do Cosme Velho, MA, Job, Platão, Manassés, Eleazar, Malvolino, entre outros. Ao longo de sua carreira chegou a usar mais de 21 nomes diferentes. 



5. J. K. Rowling





A escritora britânica, autora da serie Harry Potter, já lançou alguns livros sob pseudônimo. No livro O Chamado do cuco usou o nome Robert Galbraith. Ela tinha a intenção de escrever uma serie de livros de literatura policial escondendo a sua identidade, porém acabou sendo descoberta.

6. Charlotte, Emily e Anne Brontë




Conhecidas como as irmãs Brontë, autoras de romances como o Jane Eyre (1847), O morro dos ventos uivantes (1847) e Agnes Grey (1847), lançaram em 1846 um livro de poemas cuja atoria foi atribuida a Currer, Ellis e Acton Bell (os irmãos Bell). Elas decidiram lançar seu livro com pseudônimos masculinos por medo de não serem reconhecidas, pois a soociedade da época era bastante machista. Porém os romances das três irmãs lançados usando os próprios nomes foram muito mais reconhecidos e são considerados até hoje grandes clássicos da literatura.

7. Stephen King




Conhecido por ser autor de histórias de terror como Carrie, a estranha (1974) e O Iluminado (1977), ele  lançou cinco livros sob o pseudônimo de Richard Bachman: Fúria (1977), A longa marcha (1979), A auto-estrada (1981), O concorrente (1982) e A Maldição do Cigano (1984). Decidiu fazer isso, pois queria lançar mais de um livro por ano, porém tinha medo de acabar saturando o mercado com seu nome, então convenceu a editora a publicar os livros com o nome de Richard Bachman, tentou esconder sua identidade, porém também acabou sendo descoberto.

São esses os escritores. Se quiser deixa um comentário para a gente. Até a próxima😊

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Resenha: Cazuza - Só as mães são felizes - Lucinha Araujo


Titulo: Cazuza - Só as mães são felizes
Autor: Lucinha Araujo /Depoimento a Regina Echeverria
Editora: Globo Livros

Ano: 2016
Páginas: 379







O livro se trata da biografia de Agenor de Miranda Araujo Neto, popularmente conhecido como Cazuza, um grande cantor e compositor basileiro.
Foi escrito em primeira pessoa por Lucina Araujo, mãe de Cazuza, a partir de um depoimento que ela deu para a jornalista Regina Echeverria. Foram mais de 20 horas de gravação cujo resultado foi esse livro.

Lucinha inicia a biografia falando de sua familia, desde quando seus pais se conheceram. Conta as histórias de seu nascimento, sua infâcia, adolescência e toda sua vida até quando conheceu João Araujo que após alguns anos de namoro se tornou seu marido e pai de seu único filho, Agenor, apelidado de Cazuza pelo pai desde o dia de seu nascimento.
A partir de então o livro passa a falar sobre Cazuza, com isso nós vamos conhecendo toda sua vida, a partir do seu nascimento até seu último dia de vida.
Lucinha nos conta histórias da infância, adolescência e vida adulta do filho e como ele era em cada uma dessas fases. 




Nos conta também como foi que ele entrou para o mundo da música se tornando vocalista de uma das maiores bandas de rock nacional dos anos 1980, o Barão Vermelho e posteriormente segundo carreira solo.
No livro revela detalhes de como Cazuza enfrentou a descoberta de que era portador do HIV, o virus da Aids que na época era uma doença de difícil tratamento, pois ciência tinha poucos conhecimentos a respeito dela.




Além da história da vida de Cazuza, ao final do livro há uma parte que possui um compilado de frases e depoimentos que ele deu a diversos jornais, revistas e meios decomunicação, ao longo de toda sua carreira, entre os anos de 1983 e 1990.




Por ser escrito pela mãe do Cazuza, algumas pessoas a princípio desconfiam do conteúdo da biografia. Ela nós mostra todo o amor que ela e marido possuiam pelo filho e apresenta suas qualidades, porém Lucinha não deixa de apontar também os seus defeitos e não suaviza ao contar sobre os erros que ele, como todo ser humano, cometeu a longo da vida.

Na ultima página há o endereço e os contatos da Sociedade Viva Cazuza e as contas bancárias para quem quiser fazer alguma doação á instituição criada por Lucinha Áraujo, após a perda do filho, com o intuito de cuidar de crianças portadoras do virus HIV.




Eu adorei a leitura e recomendo bastante para quem, como eu, for fã do Cazuza e do Barão Vermelho. 😊


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

2 escritores que podem não ter existido

Hoje eu vim falar de algumas teorias que surgiram a respeito de dois escritores mundialmente conhecidos por suas grandes obras.  Os autores são William Shakespeare e Homero e teorias dizem que eles podem não ter existido e não são os autores reais dos livros que possuem seus nomes. 


William Shakespeare

O escritor viveu na Inglaterra durante o período de 1564 e 1616. Se tornou conhecido por suas obras e hoje é considerado o dramaturgo mais influente do mundo.  
Sua produção literária é composta por 38 peças, 154 sonetos, 2 poemas narrativos e algumas outras poesias.
Sabe-se pouco a respeito de sua vida. Devido a isso, nasceram teorias de que ele não existiu realmente e não é o autor de suas obras. 
Alguns historiadores afirmaram que ele passou apenas 5 ou 6 anos na escola, porém além de possuir um vasto vocabulário, em seus escritos ele demonstrava possuir um grande conhecimento em diferentes aréas, como política, direito, geografia e línguas. 
Os defensores dessa ideia acreditam que existe outra pessoa ou até um grupo de dramaturgos por trás de seus textos. Além disso, não existem manuscritos de suas obras e sua caligrafia nunca foi conhecida. 
Um fato curioso a respeito do assunto é que personalidades importantes como Charles Chaplin, Sigmund Freud e Charles Dickens eram apoiadores dessas teorias. Para eles o verdadeiro escritor seria Edward de Vere, o 17º Conde de Oxford, pois ele teria vivido situações semelhantes as retratadas nas histórias de Shakespeare.


Homero

Homero teria sido um poeta que viveu na Grécia Antiga durante o período de 928 a.c e 898 a.c. e a ele foram atribuidas as autorias de Ilíada e Odisseia.
Apesar de ter se tornado famoso por essas duas histórias, até hoje não exite nenhuma prova sobre sua existência. 
Na época em que Ilíada e Odisseia  surgiram (séculos VIII e  IX a.c, respectivamente) as histórias costumavam ser passadas de uma pessoa para outra de forma oral, com isso acredita-se que elas podem ter sido fruto da composição oral de vários poetas diferentes e posteriormente foram compiladas em livros e sua autoria foi atribuida a "Homero" que seria apenas um nome fictício.


Nos dois casos nada foi comprovado até hoje e até então tudo se trata apenas de teorias. O que achou? Já conhecia alguma dessas teorias? Conta ai nos comentários. 😊

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Resenha: Orgulho e preconceito - Jane Austen

Titulo: Orgulho e preconceito
Autor: Jane Austen
Editora: Pé da letra
Ano de publicação: 1813
Ano da edição: 2018
Páginas: 240


Sinopse: A ideia fictícia de Meryton, condado de Hertfordshire, Inglaterra. A história começa quando o Sr. Bingley aluga uma mansão perto da família Bennet, cuja mãe sonha em arrumar bons casamentos para suas cinco filhas: Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia. Sr. Darcy, o melhor amigo do Sr. Bingley, nobre rico e influente; Sr. Collins, um jovem religioso à procura de esposa; Lady Catherine, sua protetora, são outras personagens de Orgulho e Preconceito, romance de Jane Austen, escrito em 1797 e publicado em 1813, época em que havia uma verdade reconhecida universalmente: "um homem solteiro e rico precisa de uma esposa". (Fonte: Skoob)

Orgulho e preconceito é um romance que foi escrito em 1797 e publicado em 1813. A história se passa na Inglaterra, na aldeia de Meryton, um lugar fictício, no inicio do séc. XIX.

Inicialmente nós conhecemos a família Bennet que vive em sua propriedade conhecida como Longborn e é formada pelos Sr. Bennet, Sra. Bennet e suas 5 filhas: Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia. Delas a que recebe mais destaque na história é Elizabeth Bennet, também  conhecida ao longo da história como Lizzie, Eliza e Senhorita Bennet. 
O maior sonho da Sra. Bennet é casar suas filhas com bons maridos. Na época os casamentos costumavam ocorrer por conveniência, dessa forma, quem era de classe social mais alta tinha mais chances de ter um "bom casamento" com alguém da mesma classe. Porém a família Bennet não era rica o que poderia dificultar um bom casamento para as meninas.
Das cinco moças a única que não se preocupa em casar com o melhor partido é Lizzie. Ela só aceita se casar se for por amor. Desde o inicio nós percebemos que ela é diferente de suas irmãs e da maioria das mulheres da época. É mais independente, gosta de pensar por si própria e não aceita ser diminuída por outras pessoas.
Outro personagem importante para a história é Sr. Bingley, um jovem rapaz que aluga uma propriedade, perto da casa dos Bennet, chamada de Netherfield. Junto dele vem seu melhor amigo, Sr. Darcy, um jovem rico que vive com sua irmã mais nova na sua mansão, conhecida como Pemberley.
Quando a mãe das garotas toma conhecimento da chegada de um novo rapaz na região, logo fica animada, pois enxerga nele um possível marido para uma de suas filhas.
Após a chegada dele é organizado um baile para os jovens da região. As cinco garotas Bennet e os dois rapazes, Sr. Darcy e Sr. Bingley se conhecem. Sr. Bingley acaba se encantando por uma das irmãs. Sr. Darcy é convidado para dançar com Elizabeth, porém ele nega e a jovem acaba ficando com uma impressão muito ruim dele.
Contudo, eles passam a conviver e os sentimentos acabam mudando, só que algumas barreiras se põem entre eles. Dá parte do rapaz há um grande orgulho que o impede de admitir o que sente por uma jovem que não é da mesma classe social que ele. Da parte da moça, inicialmente há um grande preconceito que faz com que ela o rejeite, porém conforme se conhecem isso vai se quebrando. 
O orgulho e preconceito que dá nome ao livro aparece de diferentes formas nesse relacionamento, tanto por Lizzie e Sr. Darcy como pela parte de outras pessoas com as quais eles convivem.

Apesar de o enredo central do livro ser sobre história de amor , não se trata apenas disso. Ao longo da leitura é possível perceber diversas críticas a sociedade da época, na qual os casamentos eram feitos com base em dinheiro e na conveniência e o status social determinava como as pessoas eram vistas e tratadas pela sociedade. Também pode ser vista uma crítica em relação ao papel da mulher, pois eram criadas apenas para casar, serem boas esposas e mães e não tinham as  liberdade que foram conquistadas posteriormente.

Foi minha primeira leitura da autora, eu gostei bastante e recomendo a leitura.

Dica de filme:
⇒Além do livro há um filme baseado nele.

Titulo: Orgulho e preocnceito
Direção: Joe Wright
Ano: 2005
Gênero: Romance, Comédia
Origem: Estados Unidos, França e Reino Unido
Duração: 2h 07min





Dica de vídeo:
⇒Para quem quiser saber mais sobre o livro, a Univesp Tv tem esse vídeo do Literatura fundamental, um programa que falava de importantes obras da literatura mundial. Houve um episódio especialmente para falar sobre orgulho e preconceito.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Curiosidades sobre a vida e a obra de Machado de Assis



Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Morro do Livramento, no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839 e faleceu em 29 de setembro de 1908. Ficou conhecido com o nome Machado de Assis e até hoje é considerado um dos mais importantes escritores brasileiros.

1. Viveu a infância no subúrbio do Rio de Janeiro.
Nasceu no Morro do Livramento, no Rio de Janeiro, em uma família humilde que era descendente de ex-escravos e lá viveu sua infância.

2. Foi criado pela madrasta.
Quando tinha 6 anos perdeu a irmã mais nova. Aos 10 anos perdeu a mãe. Em 1954 seu pai casou novamente com Maria Inês. Quando tinha 12 anos o pai também faleceu. Com isso, Machado acabou sendo criado por sua madrasta.

3. Teve outras profissões antes de ser escritor.
Já foi caixeiro de livraria, tipografo e revisor. Na juventude vendia doces feitos pela madrasta e engraxava sapatos. Depois acabou se tornando funcionário público, jornalista e cronista.

4. Não se sabe se ele frequentou regularmente a escola.
Naquela época os estudos eram mais difíceis para as famílias mais humildes, como a de Machado de Assis. Ele sabia ler e escrever desde a infância, porém não se sabe se ele pode frequentar a escola regularmente.

5. Sofreu preconceitos.
Sabe-se que Machado de Assis era mulato e na época em que ele viveu os preconceitos raciais eram muito frequentes. Além disso,tinha alguns problemas de saúde, era gago e epiléptico. Isso também contribuiu para que fosse vitima de preconceito.

6. Era descendente de ex-escravos.
Seu avô paterno foi escravo e trabalhava como pintor de parede. Posteriormente conseguiu sua liberdade.

7. Já sou pseudônimos.
Ao longo da sua carreira de jornalista e cronista chegou a usar cerca de 21 pseudônimos deferentes.

8. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.
Ajudou a fundar a ABL em 1897, nela ocupava a cadeira 23 e acabou se tornando o Primeiro Presidente da instituição.

9. Era fluente em inglês, francês e alemão.
Aprendeu francês com um padeiro e estudando sozinho aprendeu alemão e inglês.

10. Foi um importante tradutor.
Como era fluente em outras línguas, acabou traduzindo importantes obras como, O corvo de Edgar Allan Poe e Os trabalhadores do Mar de Victor Hugo.

11. Tinha o apelido de Bruxo do Cosme Velho.
Recebeu esse apelido de seus vizinhos, pois diz-se o escritor queimou algumas cartas em um caldeirão em sua casa na Rua do Cosme Velho. O poeta Carlos Drummond de Andrade que era um grande fã de Machado escreveu um poema em sua homenagem chamado A um bruxo com amor  e o apelido acabou se popularizando.

12. Foi jogador de xadrez.  
Ele adorava jogar xadrez e chegou até a participar do Primeiro campeonato de xadrez do Brasil e ficou em 3 lugar. Hoje as peças que ele usou estão em exposição na Academia Brasileira de  Letras.

Essas são algumas das curiosidades a respeito de Machado de Assis. 😊


Dica extra
⇒Se você gostou das curiosidades eu recomendo que assista esse vídeo feito pela editora Antofágica a respeito do autor.






terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Resenha : A viagem de Théo - Catherine Clement

Titulo: A viagem de Théo: O romance das religiões
Autor: Catherine Clément
Editora: Companhia de bolso

Ano de publicação: 1997
Ano da edição: 2007
Páginas: 688


Sinopse: A Viagem de Théo -- Romance das Religiões -- Com um conhecimento profundo do tema e uma viva imaginação narrativa, Catherine Clément nos faz viajar na companhia de Théo e Marthe -- ele, um adolescente que vive enfiado nos livros e sofre de uma doença grave; ela, uma mulher cosmopolita que esbanja vitalidade. Juntos eles saem em peregrinação, visitando os principais santuários e centros religiosos do mundo, inclusive no Brasil, e descobrem os fundamentos históricos e espirituais de cada uma das grandes religiões. (Fonte: Skoob)


O livro é um romance que conta a história de Théo, um adolescente de 14 anos que vive em Paris. Ele gosta muito de ler e passa o tempo que pode em meio aos livros, aprendendo sobre os temas de seu interesse. Um dos temas que  gosta de conhecer é sobre religiões, pois seus pais optaram por criar ele e seus irmão sem nenhuma religião específica, para que no futuro eles pudessem escolher se queriam seguir alguma.
O garoto sempre teve uma saúde mais frágil, até que descobre que esta com uma doença, mas não sabe qual, no entanto percebe que sua família anda triste, com isso imagina que sua doença é grave e não tem cura.
Uma tia dele, Tia Marthe, que vive no Japão, vai visitá-lo e traz um presente para ele que é uma viagem pelo mundo, só que não é para conhecer os lugares em si, mas sim para conhecer as diferentes religiões que existem ao redor do mundo, pois ela acredita que a única coisa que pode curá-lo da doença é a fé.
Além de ser uma viagem para conhecer as religiões é também uma viagem em busca da cura para Théo. Em todos o lugares por onde eles passam, Tia Marthe o leva a vários médicos para ter diferentes opiniões a respeito da saúde do sobrinho.
Eles partem na viagem e em cada lugar por onde passam Théo conhece um amigo de sua tia que são encarregados de explicar sobre as religiões mais importantes do lugar e de levá-lo a alguns lugares importantes relacionados a elas. Falam sobre a história, as crenças, os conflitos e tudo que ele precisa saber a respeito de cada uma.

No inicio do livro há um mapa que mostra os locais por onde Théo e Tia Marthe passam ao longo da história. Inclusive um desses lugares é o Brasil, na Bahia.




Eu gostei bastante da leitura, além de conhecer as religiões, foi bom também para conhecer a respeito de diferentes culturas e até para perder um pouco dos preconceitos que as vezes a gente tem com quem pensa diferente. 
Para quem tem interesse em conhecer mais sobre esse assunto esse livro é muito interessante e pode ser uma ótima porta de entrada para o tema.


Dica de leitura
Quem quiser conhecer mais sobre religiões, além desse livro eu indico também O livro das religiões dos autores Henry Notaker, Jostein Gaarder e Victor Hellern. Esse livro é mais teórico e explica sobre as principais religiões que existem pelo mundo. Tem uma linguagem bem fácil e mesmo que não tem conhecimentos sobre o assunto pode ler tranquilamente. Um de seus autores, o Jostein Gaarder, também é o autor do livro O mundo de Sofia.



Titulo: O livro das religiões
Autor: Henry Notaker, Jostein Gaarder e Victor Hellern
Editora: Companhia de bolso
Ano de publicação: 1999
Ano da edição: 2005
Páginas: 335



Livros lidos em 2019

1 - Senhora - José de Alencar
2 - Morte na Mesopotâmia - Agatha Christie
3 - A sombra das maiorias silenciosas - Jean Baudrillard
4 - O processo- Franz Kafka
5 - Aprendendo a inteligencia - Prof. Pierluigi Piazzi
6 - Tudo o que você precisa saber sobre psicologia - Paul Kleinman → resenha
7 - O pequeno príncipe - Antoine de Saint-Exupéry
8 - A biblioteca mágica de Bibbi Boken - Jostein Gaarder e Klaus Hagerup
9- A magica da arrumação - Marie Kondo
10- Morte no Nilo - Agatha Christie
11- A viagem de Théo - Catherine Clément → resenha
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